Eu fiz
Eu não fiz
Eu fiz
Eu não fiz
Eu fiz
Eu não fiz
É apenas saudades das coisas simples que o tempo levou.
(Source: poeta-do-infinito, via dreamtogrow)
(Source: love-in-black-white, via dreamtogrow)
(Source: sexwith69, via dreamtogrow)
(Source: langste, via dreamtogrow)
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(Source: meninaenganada, via wint3r-hill)
Confie em mim eu aprendi,ninguém é perfeito. Adele
(via dreamtogrow)
Bom mesmo é quando certas pessoas se preocupam com a gente.
(Source: poeta-do-infinito, via dreamtogrow)
(via wint3r-hill)
Seu corpo deslizou pela parede clara do banheiro. Ela chorava. Arremessou a gilete roxa para longe, odiando-se com todas as forças. Novamente ela cedeu a dor, novamente mostrou-se tão fraca quanto a realidade dizia. Que tipo de pessoa ela era? Onde estava aquela garota decidida, forte quanto uma parede de concreto, que a todos arrancava suspiros de inveja e admiração? A solidão a atingia como ondas, afogando-a. Toda vez que tentava se reerguer, ela a atingia novamente. Sentia-se tão fraca quanto o possível. Machucava-se para aliviar a pressão exercida sobre si, para acalmar um pouco seu destruído coração. Olhava para os lados e via milhares de pessoas ali, sorrindo, preocupadas demais com seu mundinho, para sequer notar o que acontecia ao seu redor. Ela queria não se importar. Mais do que tudo, ela queria ser uma fortaleza impenetrável, inabalável… Mas a realidade vinha como um tapa na face. Mexeu-se desconfortável e sem perceber ao seu lado, bem onde seu braço estava, formava-se uma poça de sangue, culpa do fundo corte ali. Levantou-se sem a mínima vontade e refez o curativo, uma forma de evitar as perguntas de qualquer pessoa daquela “família” ou de qualquer outra alma curiosa. Depois de disfarçar qualquer indício de seu ato, derramou um pouco de álcool pelo chão do banheiro, e borrifou um pouco de perfume pelo ambiente. Tudo parecia normal agora, nenhum indício de sua dor havia restado. Estava tudo bem, afinal. Encarou o quarto mais uma vez, antes de sair para exercer seu papel no ‘teatro’. Mais uma vez, forjando um sorriso e segurando as lágrimas. A troco de quê, afinal?
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(Source: monroestein, via synofabitch)